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O plenário do STF – Supremo Tribunal Federal, está julgando neste momento o afastamento de Renan Calheiros [PMDB-AL] da presidência do Senado.

O ministro Marco Aurélio Mello havia determinado na segunda-feira [5] que o peemedebista perdesse o cargo, mas o Senado decidiu na terça descumprir a determinação até que o plenário do STF deliberasse sobre o assunto.

Os senadores da Mesa Diretora usaram o tempo adicional para articular a permanência de Renan e encontrar um meio termo com os ministros do tribunal: a intenção é permitir que o senador fique no comando da Casa sem que ele ocupe a linha sucessória presidencial.

A articulação incluiu uma visita de Jorge Viana [PT-AC], vice-presidente do Senado, ao STF e conta com ajuda de interlocutores do presidente Michel Temer, que quer garantir a votação da PEC do teto dos gastos públicos na próxima semana.

Há ainda a possibilidade de o ministro Dias Toffoli devolver ao plenário a ação que analisa se um réu pode permanecer na linha sucessória da Presidência da República, ponto-chave da polêmica que levou Marco Aurélio a afastar Renan, já que o senador passou na semana passada a responder pelo crime de peculato. Até o pedido de vista de Toffoli, seis ministros votaram por impedir a permanência de um réu na linha de sucessão do Planalto.

Sobre o Autor:

Estudou em escola pública de Barreiras, Escola Municipal Alferes Cassiano Martins [Macau] e na Escola Estadual winston churchill [Natal], formado em Ciências Econômicas e pós-graduado em Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, funcionário público.

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