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Arquivo por Tag: Brasil

Já escrevi aqui sobre a palavra que mais se ouve hoje “crise”. No meu ponto de vista ainda não há a “crise que se falam, o que existe são transferência de divisas – moedas mudando de mãos, se distanciando dos mais desprovidos de riquezas e indo para nas mãos dos mais afortunados, aí sim existe a tal crise.

Aonde anda a crise mesmo? no último dia 12 de dezembro escrevi o post Crise, que Crise?, dias depois li em vários portais e blogs notícias sobre crise, onde os textos combinavam com o que havia dito aqui, um verdadeiro suíte, o que poderia novamente comentar, mas não quis repercutir, até ver uma matéria sobre investimentos do governo do RN.

Não sou adivinho, não jogo búzios ou cartas, mas profetizo! Sairemos da “crise”.

Um breve histórico do que li recentemente sobre crise, economia e investimentos.

  •  Em Jucurutu, município com população de 18 mil habitantes, na região Seridó, o governador Robinson Faria, inaugurou nesta terça-feira, 20, mais uma unidade do Restaurante Popular. Até janeiro de 2017 serão inauguradas mais seis unidades o que vai totalizar 32 restaurantes. Serão contemplados os municípios de Natal [bairros Planalto e Pompéia], Mossoró, São José de Mipibu, Jardim de Piranhas e São Miguel.
  • O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Natal, Augusto Vaz, contou suas expectativas para as vendas do comércio durante o iminente período natalino. De acordo com o especialista, a previsão é de que a população preencha as lojas e shoppings.
  • A arrecadação de impostos e contribuições federais chegou a R$ 102,245 bilhões em novembro. Na comparação com novembro de 2015, houve um pequeno aumento real [descontada a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA] de 0,1%.
  • Em novembro, vendas de títulos somaram R$ 1,84 bi, o terceiro maior valor mensal do ano e o maior montante para o mês desde a criação do Tesouro Direto, em 2002.
  • Projeto de US$ 14,3 bi no Pará fará extração de minério de ferro de baixo custo.
  • Com incentivos do governo, cerâmica é inaugurada e gera 800 empregos que serão criados no RN

Para não nos estendermos mais, irei citar só mais um investimento do governo do RN, que se trata do saneamento na Capital Potiguar, rasgando ruas por toda cidade do Natal.

Aí você vai dizer: O governo está com os salários atrasados e isso não é crise?

– Não! isto não é crise. é a nova política adotada pelos governos, isso sim. Observem que só não há dinheiro para pagamento de salários, uma espécie de forçar a barra para que se peçam demissão. É a nova política pública dos governantes.

criseO País enfrenta uma das maiores crises de todos os tempos, segundo alguns críticos e estudiosos políticos. Certo? Errado! Acredito que vivemos uma ampliada dramatização da mídia, induzindo a crise no subconsciente do brasileiro. Pois o que observamos é que a moeda está mudando de mãos entre as pessoas físicas. Há poucos dias, vimos uma multidão de foliões divididos entre potiguares em sua maioria e, turistas se esbaldando nos corredores da folia e nos caríssimos camarotes do carnatal. Onde está a crise? Na mídia é claro! Na cabeça do brasileiro assalariado que ainda não notou que o que aconteceu é que seu poder de compra apenas fora transferido para aqueles que são ricos, como era no passado próximo.

Estamos nos aproximando do fim de ano e poderemos ver que as cidades estão ficando enfeitadas, em suas avenidas principais, como se apenas ali, morasse ou houvesse contribuintes do erário, mas isso é outra história pra ser contada depois. Pessoas em shoppings realizando compras – arvore de natal, presente para parentes etc.. Tudo isto em meia a “crise”. Onde há crise?

Acredito na manipulação de uma enorme farsa com o nome de crise, fabricada por grupos [agentes] líderes de oligopólios de mercado donos de informação privilegiada, capazes de gerar desespero nos apostadores menores da jogatina financeira, algo também conhecido como comportamento de manada, isso se dá sob a informação adquirida através da mídia, o único meio de informação que as divulga segundo a seus interesses político-econômicos.

Outra grande mentira sobre crise é em relação à Previdência Social desvendada em tese de doutorado da economista Denise Gentil, que destroça os mitos oficiais que encobrem a realidade da Previdência Social no Brasil. Uma gigantesca farsa contábil transforma em déficit o superávit do sistema previdenciário, que atingiu a cifra de R$ 1,2 bilhões em 2006, segundo a economista.

A “crise” tem o apoio da grande mídia nacional e está se consolidando na mente de cada brasileiro. Tudo devido a um período onde as classes de ricos que ficaram mais ricos pobres menos pobre e a classe média desaparecendo se nivelando a pobres, tudo que eles não quiseram e em nome disso criam o conceito de transformar a mentira em verdade. Estamos em “crise”. Que crise é essa?

Nos municípios [prefeituras], o nepotismo, o grande número de cargos comissionados e contratos, a falta de profissionais capacitados e comprometidos, falta de foco, problemas políticos-pessoais e pessoas erradas em lugares errados, além da má administração e corrupião explicam o resultado da crise. Assim, onde está a crise?

Após o natal e o réveillon, vem aí o carnaval, vamos ver se haverá crise.

O brasileiro perde mais uma. Desta vez não foi para a “crise financeira”, quem venceu mais uma foram à classe política, com gol de placa do judiciário, durante a sessão que julgava o afastamento do senador Renan Calheiros da presidência do senado.

Em agradecimento a sua manutenção no cargo terceiro na sucessão do presidente do Brasil – não poder mais assumir, foi a pena atribuída a Renan, que agradeceu dizendo:

– Todos ganharam… O judiciário, o executivo, o legislativo e sobre tudo a democracia. Neste caso foi a democracia a única que nada ganhou, mas faltou o presidente do senado dizer quem de fato ganhou e o que.

Uma lastima! Renan deu desafiou e desrespeitou o supremo, não atendeu ao oficial de justiça, o mandou pastar e não assinou a intimação, chegou a dizer que o oficial não o estava vendo ele, foi hilário, cara de pau, bandido na concepção da palavra.

Não se afastou do cargo de presidente e foi contemplado com a manutenção de seu mandato de presidente do senado.

Parabéns para os cúmplices de toga preta, que assim como o alagoano se locupletam nas costas dos brasileiros inocentes.

Os brasileiros mais uma vez foram derrotados por aqueles que deveriam por obrigação defendê-los.
Executivo, legislativo e judiciário 6 X 3 Democracia.

O ex-ministro do STF – Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa assistiu praticamente em silêncio ao impeachment de Dilma Rousseff e aos principais fatos políticos deste ano no Brasil.

Depois de quase um ano sem dar entrevistas, Barbosa, que montou escritório em São Paulo e hoje dá palestra e faz pareceres jurídicos, recebeu a Folha no apartamento de dois quartos que alugou na cidade.

Para o ex-ministro, que comandou o julgamento do mensalão, o impeachment foi “uma encenação” que fez o país retroceder a um “passado no qual éramos considerados uma República de Bananas”. Barbosa acha que o governo de Michel Temer corre o risco de não chegar ao fim.

Confira [aqui] entrevista na integra:

caleroA gravação feita pelo ex-ministro da Cultura Marcelo Calero de uma conversa com o presidente Michel Temer mostra um diálogo protocolar com o peemedebista, em que Temer aceita a demissão de Calero. O conteúdo da gravação, entregue pela Polícia Federal ao Supremo Tribunal Federal – STF, nesta terça-feira, 29, foi divulgado hoje pela GloboNews.

“Eu fiz uma reflexão muito grande de ontem para hoje e agradeço muito por o… por o senhor ter insistido, mas eu realmente quero pedir minha demissão e quero que o senhor aceite, por gentileza, porque eu não me vejo mais com… com condições e espaço de estar no governo”, disse Marcelo Calero a Michel Temer.

O presidente respondeu que “tudo bem. Se você não… se é sua decisão, viu, ô Calero, tem que respeitar. Ontem acho que até fui um pouco inconveniente, né? Insistindo muito para você… pra você permanecer é… confesso que não vejo razão para isso mas você terá as suas razões”. O ex-ministro da Cultura diz, então, “sem dúvida”.

Calero também gravou uma conversa com o secretário de assuntos jurídicos da Casa Civil, Gustavo Rocha, em que o interlocutor de Calero fala vagamente sobre um “pedido protocolar” a ser feito no Iphan a respeito da situação do apartamento do ex-ministro Geddel Vieira Lima.

“É, eu… eu tô te ligando que… é… eu tô dando entrada com pedido protocolar. Protocolar o recurso lá no Iphan”, disse Rocha, que teve a seguinte resposta do ex-ministro: “tá. Mas eu… eu… eu até falei com o presidente, Gustavo, eu não quero me meter nessa história não”.

Em uma provável referência a Michel Temer, Gustavo Rocha afirma que “o que ele me falou pra… pra falar era, ‘veja se ele encaminha, e não precisa fazer nada, encaminha pra AGU [Advocacia-Geral da União]’. Falou isso comigo ontem, né? Aí eu falei ‘não, eu falo isso com ele’”.

Em depoimento à Polícia Federal, Calero relatou que Temer o orientou “para que construísse uma saída para que o processo fosse encaminhado à AGU, porque a ministra Grace Mendonça teria uma solução”.

Após Rocha mencionar a orientação de remeter o assunto à AGU, Marcelo Calero diz que vai refletir e muda de assunto. “Bom… tá, eu vou… eu vou fazer uma reflexão aqui, Gustavo. Agora mudando de assunto: Ancine. É… eu pedi uma correção pro texto que me chegou hoje de manhã e… eu tô dependendo da velocidade aqui do nosso jurídico…”.

aecioO presidente do PSDB, Aécio Neves, cobra, em entrevista ao GLOBO, uma ação de Michel Temer sobre o PMDB para acabar com as ambiguidades e abandonar os “vícios” adquiridos na convivência com o PT.

Aécio diz que tucanos apoiarão o governo enquanto ele for fiel à agenda do ajuste e afirma: “Sem apoio do PSDB, não existirá governo Temer”.

Do Congresso em Foco – Agora ré no processo de impeachment, a presidente afastada Dilma Rousseff decidiu radicalizar os termos da carta que pretende divulgar à Nação antes da votação definitiva sobre o seu afastamento, marcada para o final deste mês no Senado. Vai usar o termo “golpe” e denunciar o boicote que sofreu dos deputados e senadores, principalmente do PMDB, e do presidente interino Michel Temer quando ainda era chefe do poder Executivo.
Na versão inicial da carta, apresentada a alguns aliados no último [domingo, 7], Dilma tinha retirado o termo “golpe” e tentar conquistar os seis votos de que precisa para tentar formar um grupo com 28 aliados e, consequentemente, barrar o impeachment. Mas, após a manifestação de alguns senadores em discursos durante a penúltima votação do processo, concluída na madrugada desta quarta-feira [10], Dilma decidiu recolocar o termo que tem utilizado em entrevistas a jornais estrangeiros e durante as manifestações de que participou em apoio ao seu governo.

O discurso que fez Dilma radicalizar nos termos da carta foi o do senador Cristovam Buarque [PPS-DF], seu ex-aliado e ex-ministro da Educação no primeiro governo do ex-presidente Lula. Segundo aliados da presidente afastada, Dilma ficou irritada principalmente com os termos utilizados por Cristovam, que acusou o governo petista de trair a própria inteligência.

O texto final da manifestação da petista vai ser submetido a uma comissão formada por cinco senadores de vários partidos, todos eles contrários ao impeachment. Dilma convocou para a empreitada os senadores José Pimentel [CE], Acir Gurgaz [PDT-RO], Roberto Requião [PMDB-PR], Armando Monteiro [PTB-PE] e Kátia Abreu [PMDB-TO] – estes dois últimos nomes, respectivamente, seus ex-ministros do Desenvolvimento e da Agricultura. Esse grupo votou contra o impeachment e vai se encontrar com a presidente afastada, na tarde desta quarta-feira (10), no Palácio do Alvorada, residência oficial da Presidência da República ainda ocupada pela petista.

A reunião da comissão de senadores para a análise do texto que Dilma pretende divulgar à Nação estava marcada para a manhã desta quarta-feira [10]. Mas o atraso na primeira votação que a transformou em ré no processo de impeachment fez com que ela atendesse ao pedido dos parlamentares, que adentraram a madrugada em sua defesa, e remarcasse o encontro para o período da tarde. No final da manhã os senadores de PT, PCdoB, PDT e Rede estarão com Dilma no Alvorada.

joana-foom“Amigos, estou precisando trabalhar. Tem horas que fica difícil. Ainda não tinha encarado essa. Alguém precisa de mim?”. O apelo desesperado feito pela atriz Joana Fomm, de 75 anos, em seu Facebook, mobilizou as redes sociais e retomou a discussão sobre a falta de espaço para veteranos na TV. Sem contrato com nenhuma emissora e passando por dificuldades financeiras — ela não tem dinheiro para pagar o condomínio, por exemplo — a artista, conhecida do grande público por papeis como Yolanda Pratini de “Dancin’ Days” [1978] e a viúva Perpétua, de “Tieta” [1989], prefere, no entanto, não alimentar polêmicas.

Longe da TV desde 2014, quando integrou o elenco de “Boogie Oogie” [2014], Joana passa a maior parte do tempo livre em seu apartamento, no Alto Leblon, vendo programas jornalísticos. A atriz, que já declarou que pensa em mudar para uma casa menor para não parar no Retiro dos Artistas, conta que não vê novelas. A última que acompanhou foi “Império” [2014], de Aguinaldo Silva. E apesar de ter um convite para o teatro do diretor Ary Coslov, ela mostra-se desesperançosa com as perspectivas do mercado.

Para ter um rendimento fixo, Joana cogita voltar a trabalhar como jornalista — ela já escreveu dois livros e trabalhou como crítica de cinema no extinto jornal “Última Hora’’ — ou dar aulas de teatro e preparação para TV para os novatos.

— Sou apenas mais uma desempregada brasileira. Milhões estão passando por isso. Não quero fazer nenhuma crítica porque não é legal. Estou disposta a trabalhar, não tenho preferências por lugar — afirma.

Estatuto do Desarmamento. O texto assegura a todos os cidadãos, a partir dos 21 anos, o direito de possuir e portar armas para defesa própria e do patrimônio, bastando cumprir e justificar requisitos legais.

Deputados e senadores também poderão andar armados e pessoas que respondem a inquérito policial ou processo criminal também poderão ter porte. A concessão para compra de armas e porte de arma de fogo baixa de 25 anos para 21 anos. O Estatuto estabelece que é preciso que o solicitante justifique a necessidade de ter uma arma de fogo, e que o pedido será analisado pelas autoridades e pode ser negado.

O texto proíbe porte de arma de forma ostensiva. O texto aprovado é um substitutivo do relator, deputado Laudivio Carvalho [PMDB-MG], para o Projeto de Lei 3722/12 e outros 47 projetos apensados. Existem vários tipos de licença, como licença funcional, pessoal, licença para o porte rural e a licença de atirador e caçador. Essas licenças são pessoais e válidas em todo o território nacional pelo prazo de 10 anos. Porém o Estatuto determina que o porte seja renovado a cada três anos.

O Deputado Sarney Filho [PV-MA]declarou: “Facilitar o porte de arma é incentivar a violência. A arma é a expressão maior da violência. Não vejo como fazer a defesa dos cidadãos ao dizer que com a arma eles se tornarão mais tranquilos. Bala chama bala, arma chama violência”.

Paz
“Que estranho bicho o homem. O que ele mais deseja no convívio inter-humano não é afinal a paz, a concórdia, o sossego coletivo. O que ele deseja realmente é a guerra, o risco ao menos disso, e no fundo o desastre, o infortúnio. Ele não foi feito para a conquista de seja o que for, mas só para o conquistar seja o que for. Poucos homens afirmaram que a guerra é um bem [Hegel, por exemplo], mas é isso que no fundo desejam. A guerra é o perigo, o desafio ao destino, a possibilidade de triunfo, mas sobretudo a inquietação em ação”, disse Vergílio Ferreira, no livro ‘Conta-Corrente IV’.

Fonte: Amo Direito

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