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Arquivo por Tag: Economia

Calendario-abono-salarial-PIS-marco-abril-2017Os trabalhadores nascidos nos meses de março e abril poderão sacar o abono salarial do Programa de Integração Social [PIS] a partir desta quinta-feira [16]. O saque do benefício pode ser feito nos canais de autoatendimento da CAIXA, por meio do Cartão do Cidadão; casas lotéricas e correspondentes CAIXA Aqui ou nas agências da Caixa Econômica Federal.

Para quem tem conta na CAIXA, o dinheiro será depositado nesta terça-feira [14], desde que haja movimentação com saldo positivo e a conta possua um único titular. Também serão pagos os rendimentos do saldo de quotas do PIS para os trabalhadores cadastrados no programa até 04/10/1988.

A diferença de salário entre trabalhadores do setor público e do privado cresceu no ano passado. Foi o maior aumento da série história do IBGE, iniciada em 2012.

Enquanto em 2015 o funcionalismo ganhava em média R$ 3.152 –59,3% mais do que um empregado com carteira assinada–, em 2016 essa distância passou para 63,8%.

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), do IBGE.

Isso acontece porque, em um momento de crise, um empregador privado pode demitir um funcionário e contratar um novo pagando menos. No setor público, as regras de desligamento são mais rígidas, o que dificulta a repetição da prática.

A principal razão para esse aumento foram os movimentos inversos nos rendimentos de cada categoria. Enquanto o salário médio de um servidor público aumentou 1,5% em 2016 em comparação com 2015, o de um trabalhador celetista do setor privado encolheu 1,3%.

Os funcionários públicos foram a única categoria cujos salários não caíram em nenhum momento desde 2012, quando começou a pesquisa.

A média superior a do empregado do setor privado, porém, esconde discrepâncias grandes dentro da categoria.

Enquanto o salário-base de um professor com formação de nível médio e carga horária de 40 horas era de R$ 2.135,64 no ano passado, um auditor fiscal da Receita Federal em início de carreira ganhava R$ 15.743,64.

Considerando apenas servidores do governo federal, a maior parcela (24,8%) ganha entre R$ 4.501 e R$ 6.500, e 17,5% têm salário superior a R$ 13 mil, segundo o Ministério do Planejamento.

A maior perda salarial entre 2015 e 2016 aconteceu entre os empregadores, categoria que engloba empresários que trabalham no próprio negócio. De um ano para outro, o rendimento médio encolheu 6,1%, pressionado pelo faturamento em queda.

Ainda assim, a categoria permanece com o maior rendimento médio, de R$ 5.079.

Movimento semelhante aconteceu com os trabalhadores por conta própria, cujo rendimento médio recuou 3,5% no período.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) oficializou, em despacho publicado no Diário Oficial da União nesta terça-feira (3), a bandeira verde nas tarifas de energia em janeiro. Isso significa que não haverá cobrança adicional na conta de luz neste mês, o que havia sido anunciado pela agência no fim de dezembro.

Entre abril e outubro de 2016 vigorou a bandeira verde. Em novembro, a piora nas condições hidrológicas levou ao acionamento da bandeira amarela, que acrescenta R$ 1,50 nas contas para cada 100 kWh consumidos. Em dezembro, foi retomada a bandeira verde.

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O Brasil atingiu nesta terça-feira [27], a expressiva marca dos 10,057GW de energia eólica em operação comercial, distribuídos em 409 parques por todo o território nacional.

O resultado ocorreu com a entrada em operação do parque eólico Ventos de Santo Augusto VIII com capacidade de 18,4MW, instalado no município de Simões, no Piauí, e os parques Aura Mangueira VII e Aura Mirim II, com 24MW e 30MW de capacidade, respectivamente, instalados em Santa Vitória do Palmar, no Rio Grande do Sul. Os dados são do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia [CERNE].

Liderança

O estado do Rio Grande do Norte permanece como líder nacional em geração eólica com 119 parques produzindo 3,227 GW de energia limpa por meio da força dos ventos.

Confira a seguir o ranking completo:

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Fonte: CERNE/SEERN/ANEEL

A colunista da Folha de São Paulo, Mônica Bergamo, mostra o Natal mais feliz Riachuelo, onde neste Natal o comercio varejista cresceu e as lojas dos empresários Nevaldo e Flávio Rocha, donos do Grupo Guararapes, controladora das lojas Riachuelo, uma das maiores redes do setor de moda do país, bateu recorde de vendas: no dia 23, comercializou 1,5 milhão de peças, algo inédito nos quase 70 anos de história da empresa.

Flávio Rocha, CEO da rede, diz que, empilhadas, elas chegariam a 150 vezes a altura do arranha-céu Burj Khalifa, o mais alto do mundo, com 828 m.

Rocha acredita que, depois de “muita turbulência política que trouxe a confiança para baixo”, uma reação pode estar a caminho. “As medidas [do governo federal] estão na direção certa. Claramente a responsabilidade fiscal voltou a ser um valor fundamental”, afirma

 

Surpreendidos com a decisão do governo de liberar saques ao FGTS, empresários da construção dizem que não haverá consequência imediata da medida para financiamento imobiliário, pois o fundo tem patrimônio grande. Em alguns anos, contudo, podem faltar recursos.

“A causa é nobre, mas fica o alerta: vai ficar mais difícil comprar a casa própria no longo prazo”, diz Ronaldo Cury, vice-presidente do Sinduscon-SP [sindicato da indústria da construção]. O FGTS é a principal fonte de recursos para o setor imobiliário.

Para Rubens Menin, presidente do conselho de administração e principal acionista da MRV, uma das maiores incorporadoras do país, o governo deveria ter ao menos limitado o valor para saque.

“Não foi inteligente. Ficou muito pior do que era”, diz Menin, que também é presidente da Abrainc [Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias].

Segundo ele, parte do valor sacado não será injetada na economia, mas transferido para outras aplicações.

“Um número grande de contas inativas pertence a quem arrumou um emprego melhor e, por isso, não foi demitido e não sacou o fundo. Essas pessoas vão pegar o dinheiro e investir onde renda mais”, diz Menin.

O cálculo do governo é distinto. Segundo Temer, cerca de 86% das contas inativas têm saldo inferior a um salário mínimo, ou R$ 880.

As vendas do setor supermercadista em novembro deste ano tiveram um crescimento que o setor não via desde antes do início da crise de consumo, surgida no segundo semestre de 2014. Segundo a Associação Brasileira de Supermercados [Abras], o setor teve crescimento real de 5% nas vendas no período na comparação com igual mês no ano anterior, o maior desde abril de 2014, quando as vendas subiram 10,3% na comparação anual.

Considerando apenas o mês de novembro, a última vez que o crescimento real superou os 5% foi em 2013. Em novembro daquele ano, as vendas subiram 9,78% em termos reais ante mesmo mês do ano anterior.

Após ter registrado perdas reais no primeiro semestre deste ano, o setor de supermercados começou a esboçar uma tendência mais positiva de vendas a partir de julho. Nos últimos meses, o desempenho vem sendo ajudado ainda por uma desaceleração da inflação de alimentos.

Em novembro de 2016, os preços de alimentos tiveram queda de 0,2% na comparação com outubro, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo [IPCA] enquanto o indicador geral apresentou crescimento de 0,18% na mesma comparação.

Após o resultado das vendas em novembro surpreender positivamente o setor, a Abras já admite que o resultado do ano pode ficar acima da projeção da entidade, que é de crescimento ente 1% e 1,2% em 2016 ante 2015. Nos onze meses do ano até novembro, a alta real é de 1,51%.

O resultado acumulado até novembro foi melhor do que prevíamos, e isso nos dá um otimismo maior para dezembro, época de maior venda do setor”, afirmou, em nota, o superintendente da Abras, Márcio Milan. “Muitas pessoas estão deixando as compras de Natal para a última hora com o objetivo de aproveitar algumas promoções”, concluiu.

da Agência Estado

Já escrevi aqui sobre a palavra que mais se ouve hoje “crise”. No meu ponto de vista ainda não há a “crise que se falam, o que existe são transferência de divisas – moedas mudando de mãos, se distanciando dos mais desprovidos de riquezas e indo para nas mãos dos mais afortunados, aí sim existe a tal crise.

Aonde anda a crise mesmo? no último dia 12 de dezembro escrevi o post Crise, que Crise?, dias depois li em vários portais e blogs notícias sobre crise, onde os textos combinavam com o que havia dito aqui, um verdadeiro suíte, o que poderia novamente comentar, mas não quis repercutir, até ver uma matéria sobre investimentos do governo do RN.

Não sou adivinho, não jogo búzios ou cartas, mas profetizo! Sairemos da “crise”.

Um breve histórico do que li recentemente sobre crise, economia e investimentos.

  •  Em Jucurutu, município com população de 18 mil habitantes, na região Seridó, o governador Robinson Faria, inaugurou nesta terça-feira, 20, mais uma unidade do Restaurante Popular. Até janeiro de 2017 serão inauguradas mais seis unidades o que vai totalizar 32 restaurantes. Serão contemplados os municípios de Natal [bairros Planalto e Pompéia], Mossoró, São José de Mipibu, Jardim de Piranhas e São Miguel.
  • O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Natal, Augusto Vaz, contou suas expectativas para as vendas do comércio durante o iminente período natalino. De acordo com o especialista, a previsão é de que a população preencha as lojas e shoppings.
  • A arrecadação de impostos e contribuições federais chegou a R$ 102,245 bilhões em novembro. Na comparação com novembro de 2015, houve um pequeno aumento real [descontada a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA] de 0,1%.
  • Em novembro, vendas de títulos somaram R$ 1,84 bi, o terceiro maior valor mensal do ano e o maior montante para o mês desde a criação do Tesouro Direto, em 2002.
  • Projeto de US$ 14,3 bi no Pará fará extração de minério de ferro de baixo custo.
  • Com incentivos do governo, cerâmica é inaugurada e gera 800 empregos que serão criados no RN

Para não nos estendermos mais, irei citar só mais um investimento do governo do RN, que se trata do saneamento na Capital Potiguar, rasgando ruas por toda cidade do Natal.

Aí você vai dizer: O governo está com os salários atrasados e isso não é crise?

– Não! isto não é crise. é a nova política adotada pelos governos, isso sim. Observem que só não há dinheiro para pagamento de salários, uma espécie de forçar a barra para que se peçam demissão. É a nova política pública dos governantes.

O governo Temer decidiu rever a decisão de repassar aos municípios dinheiro proveniente da repatriação somente em 2017, antecipando o pagamento para o dia 30 de dezembro. Com isso, governos estaduais e municipais contarão com recursos extras no fim deste ano para pagar servidores e despesas em atraso.

Ontem, foi publicado no Diário Oficial da União a medida provisória 753, que partilha com estados e municípios os recursos arrecadados com a multa do programa de repatriação. Pelo texto, as prefeituras teriam acesso aos recursos só a partir de 1 de janeiro de 2017, no exercício financeiro do próximo ano. Após muita pressão dos prefeitos sobre o presidente Michel Temer, o governo decidiu antecipar em dois dias a liberação dos recursos, programando para o dia 30 de dezembro, dentro do exercício financeiro de 2016. A alteração será publicada nesta terça-feira, em edição extra do Diário Oficial da União.

CombustivelMuitas são as dúvidas sobre a redução no preço da gasolina não alcançar diretamente o consumidor brasileiro, após os dois cortes, promovidos pelo governo, em 14 de outubro e por último no dia 8 de novembro.

Vale uma retro para entender melhor esses cortes. Com o anuncio da nova política de preços, pela Petrobras, de modo a acompanhar mais a variação de commodities no mercado internacional, a empresa anuncia a primeira redução de 3,2% no preço da gasolina, o que estimava uma redução de R$0,05, nas bombas, o que não ocorreu.

Passados mais de vinte dias, a Petrobras anuncia mais uma queda nos preços no último dia 8 de novembro e, mesmo assim o consumidor ainda não sentiu nenhum efeito no bolso.

Tá difícil pra danar os consumidores entender as razões pelas quais as reduções de preços da gasolina, não chegaram às bombas dos postos, ou seja, ao consumidor final.

É que até chegar ao consumidor, a gasolina sai da refinaria da Petrobras e ainda passa por distribuidoras, que são as responsáveis para repassar a variação aos postos.

Alguns postos até conseguem a oferecer um preço mais baixo, quando estes não pagam aluguéis e não investem e na estrutura dos postos e também conseguem comprar combustível mais barato de distribuidoras menores. Fora do monopólio criado pelas gigantes BR, Shell e Ipiranga.

Um levantamento feito pela Folha de São Paulo edição de hoje, mostra dados da ANP – Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, onde o preço médio da gasolina no país foi de R$ 3,675 por litro, menos de R$ 0,01 abaixo do verificado uma semana antes.

Ao invés de cair R$ 0,10, a gasolina subiu R$ 0,02 desde outubro. O vilão disso tudo é o álcool que é inserido na gasolina.

Nossa gasolina possui 27% de etanol anidro, misturado nela, o que aumenta o número da octanagem do combustível [resistência a detonações não controladas], aumentando o tempo de vida útil do motor. Outras vantagens é a diminuição da emissão dos gases de efeito estufa.

O contraditório nisso tudo é que essa mistura ocorreu para abaixar os custos do produto quando este chegasse ao consumidor final.

É verdade que o problema está na entressafra da cana de açúcar, mas, por outro lado, sabemos que o Brasil é o maior produtor de cana do mundo, o que nos faz perguntar: por que estamos com problemas no controle de preços? O país apresenta dois períodos distintos de safra: de setembro a março no Norte-Nordeste, e de abril a novembro no Centro-Sul. Assim, o Brasil produz etanol durante praticamente o ano todo, apesar de a produção de etanol na região ser de apenas 10% do total nacional que atingiu em 2015 30 bilhões de litros.

Entendeu?

Pois é! Isso tudo acima, pra dizer que a culpa é do álcool.

Mas para nós… a culpa é mesmo do governo, que não sabe nada de economia e estoque.

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