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O Operador Nacional do Sistema [ONS] espera uma redução da carga principalmente no horário de pico

O horário de verão, que começa a zero hora do dia 21, irá gerar uma economia maior neste ano do que em 2011. Serão R$ 280 milhões, ante os R$ 130 milhões registrados no ano anterior. O Operador Nacional do Sistema [ONS] espera uma redução da carga principalmente no horário de pico, de maior consumo, que, atualmente, está sendo abastecido com o reforço de usinas térmicas a gás além do volume tradicional. O horário de verão vai até 17 de fevereiro de 2013.

Se por um lado, o horário de verão significa economia na conta de luz, ao longo do ano o bolso do consumidor vem sendo onerado pela energia térmica que consome, mais cara do que a hidrelétrica. A previsão do ONS é que serão gastos com a geração térmica no País, neste ano, mais do que o R$ 1,4 bilhão de 2011. Desta vez, além de acionar um número maior de térmicas a gás por mais vezes, para compensar a queda da produção hidrelétrica em um período de seca, o preço da energia térmica também está mais caro. E a situação dos reservatórios piorou nos últimos 15 dias, informou o diretor-geral do ONS, Hermes Chipp. O cenário é mais crítico na região Nordeste, onde o nível do reservatório está em 38,1%, próximo ao limite de 33%.

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